Mês bom, mês morto
Um mês entra cliente e você não dá conta. No outro, o telefone não toca e ninguém sabe por quê.
Agência vende a tabela e some no boleto. A gente estrutura o marketing do seu negócio e responde por faturamento: matrícula, venda, custo de aquisição. Cinco anos no Rio, com pele em jogo em cada conta.
Empresas que confiam na FullON para transformar marketing em resultado.
+ dezenas de empresas com tráfego gerenciado




Não é sobre colocar mais dinheiro no tráfego. É construir uma operação em que conteúdo, dados e vendas trabalham juntos para gerar clientes. Conta, pixel, criativo, público: tudo fica no seu nome. Se um dia você sair, leva a máquina inteira.
Um mês entra cliente e você não dá conta. No outro, o telefone não toca e ninguém sabe por quê.
Você paga o anúncio todo mês e ninguém consegue dizer quanto voltou em venda.
Chega gente pedindo coisa que você nem faz, e o atendimento gasta o dia com quem não compra.
Quem aparece primeiro no Google leva o cliente que já era seu, e você nem fica sabendo.
Liga o motor. Sobe o giro. Não desliga.
Método proprietário da FullON. Quatro estágios, um ciclo. Cliente entrando não por sorte, mas porque o motor não para de girar.
Ninguém liga o motor no escuro. Raio-x do negócio, do mercado e de quem realmente compra, com meta e plano de ataque na mesa.
Conta estruturada, rastreamento funcionando, oferta lapidada. A primeira leva de criativos sobe com tudo medido desde o primeiro clique.
O que converte ganha verba. O que não converte morre cedo. Tráfego no máximo, com o custo de aquisição caindo em vez de subir.
Motor não tem fim, tem RPM. Todo mês: relatório de negócio, reunião de giro e o plano do ciclo seguinte, mais forte que o anterior.
Marketing de performance, conteúdo e tecnologia
Cinco anos aplicando marketing na prática, não na teoria. Formação em marketing e pós-graduação em Neuromarketing e Experiência de Consumo: a base que explica por que a decisão de compra acontece, e não só como o anúncio performa.
A maior carteira veio da educação: quatro polos do IBMR sob gestão ao mesmo tempo, cada um com concorrência, praça e ticket diferentes. É a escala que ensina o que quebra quando se multiplica unidade, e o que sustenta quando o mês aperta.
R$ 25.500
Cada real do anúncio voltou multiplicado por 79. Campanha pequena escala diferente. Não é promessa, é método.
51
47% de conversão. Contato que chega qualificado não precisa de milagre no atendimento.
35%
Em duas empresas, ao longo de 8 meses. Não é pico de um mês bom. É curva subindo com o motor girando.
R$ 200 mil+
Verba de cliente sob nossa gestão, com cada real rastreado até a venda.
Não é pacote fechado. O diagnóstico define o que entra primeiro e o que espera o próximo ciclo.
Campanha estruturada por objetivo, pixel e eventos configurados, verba concentrada no que converte e relatório de custo por venda.
Criativo e copywriting entram junto, não como serviço à parte: levas por ângulo, texto de anúncio e de página escritos pra vender, teste contínuo. A IA acelera o volume. Nada sobe sem aprovação humana.
Diagnóstico do negócio, oferta e proposta de valor lapidadas, plano do ciclo e reunião de giro mensal.
Estrutura, texto e velocidade pensados pro anúncio ter pra onde levar. Formulário integrado, rastreamento configurado e página que abre rápido no celular. SEO técnico na base (título, descrição, dados estruturados e velocidade) pra o site também trazer visita que você não pagou.
Pauta com intenção, captação de foto e vídeo no seu negócio, produção e calendário de publicação. O orgânico aquece quem o anúncio trouxe e mantém a marca de pé quando a campanha pausa. Quem some das redes recomeça do zero.
Ficha completa e categorizada, fotos e serviços listados, avaliações acompanhadas e alinhamento com a campanha de busca.
KPI-estrela definido, painel de acompanhamento, anomalia monitorada (CPA, fadiga de criativo) e o próximo passo sempre claro.
Não é reunião de vendas disfarçada. É a gente olhando sua operação e te dizendo o que está vazando.
Leva menos de dois minutos. Quanto mais você contar, melhor volta o diagnóstico.
Concorrente do seu bairro, Google Meu Negócio, avaliações e onde está vazando verba.
Você recebe o diagnóstico e o próximo passo. Contratando ou não.
Agência vende execução de peça; assessoria vende método e acompanhamento estratégico. Na prática, a agência é contratada por entregável: quantidade de posts, campanhas ou criativos por mês. A assessoria é contratada por resultado de negócio, e responde por indicadores como custo por venda e origem do cliente.
A diferença aparece na hora de renovar. Contrato de agência é comparado por preço de entregável, porque o produto é comparável item a item. Contrato de assessoria é comparado por resultado.
A FullON opera como assessoria: estrutura o rastreamento, a oferta e o tráfego, e é medida por venda com origem conhecida.
O primeiro sinal aparece já no 1º mês, quando a estrutura de rastreamento e conversão entra no ar. O prazo exato depende do que já existe montado. Resultado consolidado, com volume de venda previsível, leva de 30 a 60 dias. SEO é a exceção: ranquear para termo de serviço leva de 90 dias a 6 meses, porque depende de indexação e autoridade, não de verba.
O prazo varia com três fatores: se já existe rastreamento instalado, o tempo de resposta ao lead no comercial, e se a empresa já tem audiência própria.
Prazo menor que isso costuma ser promessa de venda, não projeção. Campanha subida sem rastreamento até gera lead rápido, mas não dá pra saber qual gerou venda, e sem isso não há como escalar.
O investimento tem duas partes separadas: o valor da assessoria (o serviço) e a verba de mídia (o dinheiro que vai direto pra Meta e pro Google, sem passar pela FullON). Para negócios locais, a verba de mídia costuma começar em torno de R$ 1.500 por mês. Abaixo disso o algoritmo não tem dado suficiente pra otimizar.
A assessoria é cobrada à parte, em mensalidade por escopo.
Somando as duas partes, uma empresa que está começando deve planejar a partir de R$ 2.000 por mês. Proposta que apresenta um número único, sem separar mídia de serviço, esconde qual parte você está de fato contratando.
Sim. A assessoria remunera o trabalho de estratégia, gestão e otimização; a verba de mídia é o dinheiro que vai direto para Meta Ads e Google Ads, e nunca passa pela conta da FullON.
Misturar os dois é o erro mais comum na hora de comparar propostas. Duas assessorias com o mesmo valor de serviço podem estar sugerindo verbas de mídia bem diferentes.
A conta de anúncio fica no nome da empresa, o que significa que a empresa vê o extrato real do que foi gasto em mídia, sem intermediação.
A criação dos criativos de campanha está incluída. Imagem, vídeo e texto do anúncio fazem parte do trabalho de tráfego, porque criativo é a variável que mais mexe no custo por venda.
Produção de conteúdo orgânico para o perfil da empresa é escopo separado, cobrado à parte. A separação existe porque são trabalhos com ritmos diferentes: criativo de anúncio é trocado por dado de performance, conteúdo orgânico segue calendário editorial.
Não é obrigatório, mas muda o resultado. Dá pra rodar campanha mandando o interessado direto pro WhatsApp ou pra um formulário nativo da plataforma, e isso funciona pra começar. Uma página própria, porém, costuma converter mais e permite medir com precisão de onde veio cada venda.
A diferença prática está na medição: sem página própria, você sabe quantos leads chegaram, mas tem muito menos controle sobre o caminho entre o clique e a venda.
A FullON constrói a página ou trabalha com a que a empresa já tem. Isso é decidido na Ignição, antes de qualquer campanha subir.
Os dois primeiros meses são livres de fidelidade. Se não fizer sentido, você sai sem multa e sem conversa difícil.
Passado esse período, o contrato passa a ser de ciclos de 3 meses. O motivo é técnico, não comercial: o primeiro mês é consumido pela instalação do rastreamento e pelo aprendizado do algoritmo, e o resultado só fica estável a partir do segundo. Ciclo mais curto que isso cobra da empresa o custo do teste sem entregar a fase em que ele se paga.
Raramente é o nicho. Na maioria dos casos que a FullON audita, o problema está em rastreamento mal configurado, oferta genérica ou verba insuficiente para o algoritmo aprender, não na categoria do serviço.
Os três padrões que mais aparecem: campanha rodando sem pixel ou com a conversão apontada pro evento errado; anúncio falando “conheça nossos serviços” em vez de tratar um serviço específico com uma razão pra agir agora; e verba diluída em várias campanhas ao mesmo tempo, nenhuma com volume pra sair da fase de aprendizado.
Os três são corrigíveis, e é por onde o diagnóstico começa.
Todo mês você recebe um relatório de negócio e uma reunião de giro pra ler o número junto. É a fase Giro do Motor ON. O relatório mostra verba gasta, leads gerados, origem de cada lead, custo por lead e custo por venda.
O relatório não abre com alcance e impressão. Abre com quanto foi investido, quantos leads entraram, de onde vieram e quantos viraram venda.
Número entregue sem alguém pra interpretar vira planilha que ninguém abre. Por isso a reunião faz parte da entrega, não é opcional.
Não. A IA processa dado de campanha, gera variação de criativo em volume e avisa quando o custo sobe fora do normal. É o trabalho repetitivo.
Decisão de verba, aprovação de criativo e avaliação de resultado são humanas. Nada sobe sem alguém olhar.
O foco é o Rio, porque conhecer o bairro, o concorrente e o preço da região muda o resultado.
Fora do RJ a gente avalia caso a caso no diagnóstico.
São as duas verticais em que a gente é especialista de verdade: conhece o ciclo, o concorrente e o que faz o cliente decidir. É onde a gente entrega mais rápido.
Fora delas, a gente avalia caso a caso no diagnóstico. Se o seu segmento não for um em que a gente consiga fazer diferença, você vai ouvir isso em vez de virar mais um contrato.
Vou olhar sua operação e te chamar em até 1 dia útil com o diagnóstico. Se o WhatsApp não abriu sozinho, o botão abaixo resolve.
Abrir o WhatsAppQuem deixa pra estruturar depois passa o ano correndo atrás de cliente que não fecha. Dois minutos agora valem o mês que você não perdeu.